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Cultivo-Veigela - Weigela florida

  • Cultivo

A veigela é uma planta arbustiva, bastante ramificada, com ramagem ereta a arqueada e florescimento decorativo. Seu porte é grande, atingindo de 1 a 3 metros de altura. As folhas são ovaladas, opostas, decíduas, brevemente pecioladas, de margens serrilhadas, glabras na face superior e pubescentes na face inferior. Há cultivares com folhas verdes e outros de tonalidades mais avermelhadas. As flores surgem na primavera, solitárias ou em pequenos cachos, nas extremidades da ramagem. Elas são pequenas, apresentam corola campanulada e podem ser róseas, amarelas, brancas ou vermelhas, de acordo com a variedade. O fruto é do tipo cápsula seca e contém numerosas sementes.
A veigela é um arbusto gracioso, de aspecto informal e textura média, que encanta seja pela folhagem bonita, seja pela floração abundante. No paisagismo ela pode ser aproveitada na forma isolada, em grupos irregulares, formando maciços ou em renques. Rústica, exige pouca manutenção, que restringe-se às adubações e podas anuais. A floração exuberante desta espécie atrai abelhas e beija-flores. Ocorrem ainda cultivares de folhas variegadas de branco, formas mais compactas e formas anãs, além de combinações destas com flores de diferentes cores.
Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. A veigela aprecia o clima frio e a umidade, não tolerando o calor tropical ou períodos de estiagem. Em climas subtropicais ela se adapta melhor à meia-sombra. Fertilizações ricas em fósforo no início e final da primavera, estimulam intensas florações. No final da floração, deve se podar em até 1/3 os ramos mais velhos. Multiplica-se por sementes e 
por estaquia dos ramos lenhosos e semi-lenhosos.

  • Nome Científico: Weigela florida
  • Sinonímia: Calysphyrum floridum, Weigela pauciflora, Diervilla florida
  • Nome Popular: Veigela, Veigélia
  • Família: Caprifoliaceae
  • Divisão: Angiospermae
  • Origem: China e Coréia
  • Ciclo de Vida: Perene

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Pingo-de-ouro - Duranta repens

Sinonímias: Duranta erecta L., Duranta microphylla Desf., Duranta plumeiri Jacq..
Família: Verbenaceae.
Altura: 1,5 m.
Diâmetro: 1 m.
Ambiente: Pleno Sol.
Clima: Tropical de altitude, Subtropical, Tropical, Tropical úmido.
Época de Floração: Primavera, Verão.
Propagação: Estaquia.
Mes(es) da Propagação: Outono, Inverno.
Persistência das folhas: Permanente.
Obs: Planta excelente para trabalhos topiários. Deve ser mantida sempre podada para se conservar o amarelo-ouro das folhas. O tom amarelo das folhas diminui se a planta for cultivada a meia-sombra. Suas folhas escurecem no inverno. Com o passar do tempo, a planta perde a beleza. 




Definição!


O pingo-de-ouro é um arbusto lenhoso, obtido por trabalhos de seleção hortícola sobre a espécie típica, de 1,0 a 1,5 m de altura, com ramagem densa e ornamental. Suas folhas possuem coloração amarelo-dourado, principalmente nas folhas jovens.
Possui flores e frutos de importância ornamental secundária. Seus frutos amarelos atraem pássaros.
A planta é tolerante a geadas, sendo possível cultivá-la em praticamente todo o território nacional. 


Biologia.


O nome científico desta planta é Duranta repens aurea, é conhecido popularmente como pingo- de- ouro, duranta, violeteira- dourada ou simplismente violeteira. É da Família verbenaceae, Divisão angiospermae, sua origem é totalmente brasileira e o ciclo de vida é perene. 


Curiosidade.


Ao contrário dos demais arbustos tradicionais, o pingo- de- ouro cresce de uma forma muito acelerada, e aliada a sua coloração vivaz (folhas douradas), que surgiu a partir de uma mutação da violeteira. A planta também tem serventia para ser usado como bordadura, cerca viva, renque e até mesmo para formar o bonsai. O pingo- de- ouro precisa de muita poda, já que cresce muito rápido, a partir disto não é nada indicado para jardins onde a manutenção é pouco freqüente. Quando a planta não recebe poda, podem-se notar as pequenas flores em tons de roxo, rosa ou branco que ela produz, e, não apenas flores, mas também frutos. Mesmo oferecendo flores e frutos, é recomendado que ela sempre seja podada, pois caso contrário perde sua tonalidade dourada, o que muda totalmente seu visual.


Cuidados para deixar sempre Bonito o Pingo-de-Ouro!



O cultivo desta planta deve ser ao sol, em solo sempre cuidado para que ofereça fertilidade, enriquecido com matérias orgânicas, regado com freqüência, pois não consegue sobreviver em ambientes secos, consegue suportar bem o frio e inclusive geadas. A maneira de plantio é geralmente feita através de mudas, o tratamento desta planta requer muito empenho para que ela não morra, precisa de manutenção com freqüência, luvas para cuidar a planta (já que possui muitos espinhos), deve ser mantida fora do vente forte, pois ela não se adapta. Portanto se você mora na praia, esqueça a vontade de ter pingo- de- ouro, infelizmente a planta não gosta da maresia. Antes de resolver plantar o seu pingo- de- ouro, procure um especialista, consulte um técnico ou viverista, certamente ele irá lhe auxiliar se o local possui todas as condições que a planta necessita para viver, isso irá garantir a qualidade do plantio.

Como reproduzir: 

Multiplica-se facilmente por meio de estacas, formadas no outono-inverno após a fase de frutificação da planta. Dica:
 Cortar as folhas na metade, pois assim o pingo de ouro enraiza melhor...

O susbtrato para formação de mudas por estaquia deve ser limpo. Portanto esterco de gado não é uma boa opção.
Sugiro uma mistura de 6/8 terra comum de jardim com 1/8 areia de contrução e 1/8 pó de côco. Ou então compre substrato pronto para mudas. Evite adubar a terra nesta fase. Não aplique estercos, NPK, tortas de oleaginosas, uréia ou outros adubos.

Faça as mudas em saquinhos, garrafas pets ou caixas de leite, e só tranplante para o local definitivo depois que elas estiverem bem desenvolvidas, em pleno crescimento. Mantenha-as em local sombreado a princípio e gradativamente aumente a quantidade de luz até as condições do local definitivo. No local definitivo, misture o esterco curtido
 com a terra antes de plantar.





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Onze Horas

A Onze Horas, ou Portulaca grandiflora, é uma planta florífera rasteira nativa da América do Sul que tem o curioso comportamento de abrir as suas flores próximo ao meio dia, graças a isso recebeu seu nome popular.
Essas florezinhas são suculentas anuais (precisam ser replantadas todo ano), embora não dêem tanto trabalho como outras anuais, pois podem ser plantadas por estaquia, que rapidinho florescem.
Podem ser usadas em vasos suspensos, jardineiras, pra formar maciços entre pedras, fica bem como forração de espécies maiores também, mil possibilidades. Gostam de sol pleno, no mínimo umas 5h diárias. Quando crescem bem magrinhas, se alongando muito é porque a luminosidade está abaixo do necessário.
Com cerca de vinte centímetros de estatura e folhas carnudas, essa planta se destaca principalmente por suas flores, que nascem durante todo o ano e em grande quantidade, além de apresentarem uma enorme variação de cores, o que faz da onze horas uma ótima planta para colorir o chão de seu jardim.
Como CuidarPlantas suculentas como as onze horas têm a enorme vantagem de serem adaptadas a climas extremos, podendo sobreviver muito tempo sem rega ou nutrientes, caso necessário, apenas com o que está armazenado em seu interior. No entanto a idéia de criar um jardim é ter plantas mais belas possível, logo aconselha-se tomar alguns cuidados para otimizar o crescimento desta planta:
O solo ideal é bem drenado (ela morre com excesso de água) e fértil. Pra florescer ainda mais eu uso adubo líquido na água das regas e orgânico misturado na terra, alternadamente, a cada 15 dias o líquido, a cada 40 dias o orgânico. O líquido pode ser qualquer um para floração (use a metade indicada pelo fabricante), já o orgânico, pode ser farinha de ossos ou húmus de minhoca.
Uma mistura boa para os vasos:
1 parte de terra comum de jardim
1 ½ parte de areia de construção (não pode areia de praia)
1 parte de húmus de minhoca
Antes do plantio misture ao solo um pouco de adubo orgânico, a partir do momento em que a planta chegar a uma fase do seu desenvolvimento em que ela começa a produzir flores, passe a adicionar de tempos em tempos adubo NPK rico em fósforo, para estimular um maior florescimento, além de reforçar a dose de fertilizante orgânico.
Irrigue 3 vezes por semana de forma a nunca deixar o solo completamente seco, não é porque a planta é capaz de sobreviver a períodos de estiagem que você deve fazer com que ela passe por eles. use pouca água, o suficiente para umedecer, caso contrário, as folhas irão amarelar e cair.
Lembre-se apenas de nunca encharcar a terra nem os botões das flores, o que favorece a proliferação de doenças.,
Cultive-a em lugar bem ensolarado, essa planta não sofre nenhum problema com o excesso de sol, muito pelo contrário, o sol estimula ela a abrir suas flores.
Essa não é uma planta de difícil trato, seguindo as dicas acima provavelmente você obterá ótimos resultados. Não se assuste com as flores fechando durante a noite, elas voltam a abrir quando há luz.

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Narciso – A Flor solitária

O Narciso é uma planta herbácea, bulbosa, com uma grande variedade. É uma planta muito utilizada e apreciada pelas suas flores, com formas e cores vistosas. As suas folhas nascem do bolbo, são compridas e podem ser estreitas ou largas dependendo da variedade, de cor verde médio a verde-escuro. As folhas dos Narcisos despontam no Outono e persistem até á Primavera, ou seja, até á época de floração. As flores são suspensas por um longo pedúnculo carnudo podendo ser eretas ou pendentes, em grupo ou solitárias, de cor amarela, laranja, branco e creme. São em forma de taças ou tubos, algumas campanuladas, singelas ou dobradas com cerca de 2,5 a 5 cm de comprimento.
O cultivo de narcisos não requer cuidados muito especiais, estão classificados entre as flores ornamentais mais cultivadas no mundo, quando plantados de forma natural no jardim, sem seguir desenhos muito rígidos, os narcisos dão um ar de naturalidade campestre.
Plantio – Plantar os bolbos de Narcisos no Outono. Devem ser enterrados a uma profundidade entre 6 a 15 cm, dependendo do seu tamanho e a uma distância de 8 a 15 cm entre eles. Plantar com a ponta virada para cima e até um pouco fora do substrato. Não regar em excesso pois pode provocar podridão dos bolbos.
Luz: Entre sol e sombra, em regiões de clima amemo.
Suporta temperaturas baixas, mas não extremas. O Narciso prefere climas suaves, com temperaturas entre os 16 e 20 ºC.
Prefere solos úmidos exceto no Verão em que tolera a falta de água, férteis e bem drenados.
A rega deve ser regular durante a fase de crescimento e da floração, sem excessos. Suprimir a rega durante os meses mais quentes até que a planta seque por completo, para depois se retirar os bolbos para armazenar.
Deve-se aplicar adubo líquido no início da floração. Após as flores de Narcisos murcharem deve-se adubar com adubo rico em potássio para alimentar a folhagem e obter uma boa floração no ano seguinte.
Sua floração se dá na Primavera nos climas frios ou no Inverno e início da Primavera nos climas quentes.
Podar as inflorescências secas antes de formarem as cápsulas de semente.
Multiplica-se pela divisão dos bolbos e também naturalmente por semente.
Para a armazenagem dos bolbos de Narciso, deve-se guardá-los em turfa seca a 5 – 10 ºC. até à plantação.
Ideais para serem plantadas em canteiros, maciços, bordaduras, vasos e floreiras, jardins selvagens e rochosos e para corte.
Dicas: Tutorar algumas hastes mais longas. Os bolbos de Narcisos podem ser deixados no solo de um ano para o outro deixando também que se multipliquem naturalmente.
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Hemerocállis.

O Hemerocalis é também conhecido como lírio-de-são-josé, lírio-de-um-dia e lírio-amarelo. O gênero hemerocallis pertence à família Hemerocallidaceae e é um dos mais importantes entre os gêneros de herbáceas perenes ornamentais, nativo da Ásia, Japão, Sibéria, China e Eurásia.
Seu nome origina-se do grego hemero=dia e kallos=beleza, referindo-se a uma de suas importantes características: cada flor dura apenas um dia. Esta característica traz a vantagem de evitar que a florada seja prejudicada por ventos ou tempestades, pois na manhã seguinte novos botões se abrem.
A espécie é fácil de cultivar, perene, e exige pouco cuidado. A adaptação é rápida a uma grande variedade de condições. A planta, muito apreciada em todo o Brasil é conhecido também por ser a flor predileta nos Estados Unidos, onde é bastante cultivada em jardins.
A espécie e rústica e se desenvolve praticamente sozinha no jardim
Dois motivos fazem do hemerocális (hemerocallis flava) uma das espécies preferidas para o paisagismo, principalmente o de grandes áreas. O primeiro é a beleza de suas flores, que brotam no alto de hastes firmes e longas e se destacam no jardim. O segundo é sua rusticidade.
Cultivado em clima tropical ou subtropical, o hemerocális enraíza rapidamente e, a partir daí, dispensa cuidados para se desenvolver plenamente. Além disso, um intenso trabalho de melhoramento genético realizado desde a década de 60 gerou híbridos com flores das mais variadas cores, formas e tamanhos.
A maior delas chega a ter 16,5 cm de diâmetro. Com isso, existem centenas de opções de hemerocális para o cultivo em vasos, canteiros, conjuntos isolados ou bordando caminhos no jardim. O hemerocális se multiplica facilmente através de touceiras e pode ser plantado o ano todo. Mas o ideal é começar cultivá-lo no início do Outono. Assim, já na Primavera ele começará a florir pela primeira vez.
Para cultivar a espécie, o solo deve ser preparado no mesmo dia do plantio com 100g de esterco bem curtido de galinha e 150 g de casca de arroz, por m. Se o terreno for argiloso, vale a pena acrescentar à mistura 250 g de areia de construção (duas partes de areia por cinco de terra). Para mudas de hemerocális pequenas (com porte de 20 cm de altura), faça covas de 10 a 15 cm de profundidade. Já para híbridos maiores, as covas devem ter cerca de 40 cm. Depois forre o solo com casca de pinus, palha ou serragem para manter o solo úmido e evitar o aparecimento de ervas daninhas.
Na primeira semana após o plantio, molhe as mudas diariamente para ajudá-las a se enraizar. Após esse período, as regas podem ser semanais até a chegada da primavera, quando as flores começam a brotar.
Daí, até o Verão aumente o regime de regas para, pelo menos, duas vezes por semana. Isso ajuda a prolongar a florada. No começo do Outono, quando as flores pararem de brotar, pode as folhas que estejam barrando a chegada da luz do sol à coroa da flor.
Aproveite e faça uma adubação com composto orgânico, humus e esterco bem curtido de gado. Com esses cuidados, a beleza do hemerocális será destaque durante anos no jardim.
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Cravina - Dianthus chinensis

Nome científico: Dianthus chinensis
Altura: 30 – 40 cm
A cravina é uma planta perene nativa da Ásia.

Cores:

Suas flores em tons de branco, rosa, violeta e vermelho são sempre uma surpresa, pois qualquer combinação entre essas cores pode aparecer.
Fácil de cultivar, cresce bem tanto em jardins quanto em vasos.

Floração

A floração acontece o ano inteiro, mas o maior espetáculo se dá no começo da primavera, quando as plantas formam um tapete de cor e as folhas mal são visíveis debaixo de tantas flores. Essa é uma das únicas espécies de Dianthus que se dá bem em regiões quentes sem problemas. Também tolera muito bem o frio e geadas fortes.


Como cuidar:

A cravina cresce bem em sol pleno em locais mais frios, e prefere locais com sombra à tarde em locais mais quentes. A planta aprecia o frio do sul do país, sendo lá a região mais adequada ao seu cultivo.
Deixe o solo secar levemente antes de regar novamente, mantendo o solo úmido.
Na realidade, a planta pode durar mais de 1 ano, mas devemos tratá-la como anual, renovando os canteiros todos os anos para que ela fique sempre bonita.

Como reproduzir: 

Multiplica-se por sementes, que devem ser postas para germinar no período do outono-inverno, para florescerem nos meses de inverno e primavera. A germinação deve ocorrer em torno de 7 dias. Transplante ao local definitivo de 18 a 25 dias após a germinação.

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Cosmos - Cosmos bipinnatus


Nome Científico: Cosmos bipinnatus.
Nome Comum: Cosmos.
Nomes Populares: Cosmos.
Família: Asteraceae.
Origem: México.

Descrição:
 Planta herbácea, anual, que pode atingir alturas de 0,45 a 1,2 m. A sua folhagem é muito fina, de corte pinulado, plumosa, caduca e de cor verde. As flores de Cosmos são singelas, circulares, com cerca de 10-15 cm de diâmetro, balanceadas em longas e finas hastes, com variadas cores desde o branco, amarelo, rosa, vermelho , laranja, carmesin. As flores de Cosmos são brilhantes e atrativas para abelhas e borboletas. São plantas muito fáceis de cultivar.
Semeando
 No local definitivo na Primavera ou depois das ultimas geadas. Em estufa ou estufim no final do Inverno ou início da Primavera. Repicar as plantas deixando espaçamento de cerca de 20-30 cm.
Transplantação: Quando opurtuno.
Crescimento: Rápido.
Floração: Verão/Outono.
Luz: Sol.
Solos: 
Planta que se adapta bem a qualquer tipo de solo, até solos pobres, preferindo solos moderadamente férteis, muito permeáveis, úmidos e neutros.
Temperatura: Clima ameno. Os Cosmos são sensíveis ás geadas.
Rega: Regular, não regar em excesso.
Adubação: Apenas se for necessário. Não adubar em excesso pois pode suprimir a floração. Ex.: 5-10-5.
Poda: Cortar as flores velhas de Cosmos para prolongar a floração.
Pragas e doenças: Alguns afídeos. Planta resistente a pragas e doenças.
Multiplicação: Semente.
Utilização: Maciços, canteiros, bordaduras, vãos e para corte.
Dica do Wikiplanta:  Não regar em excesso. Cortar as flores velhas de Cosmos para prolongar a floração.
Video:


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Confete - Diascia sp


Nome Científico: Diascia sp
Nome Popular:
 Confete
Família:
 Scrophulariaceae
Origem: África do Sul
Ciclo de Vida:
 Perene

O gênero Diascia contém cerca de 70 espécies, e muitas delas são ornamentais. Entre essas espécies, as principais são a D. vigilis, D. rigescens, D. anastrepta, D. barberae, D. capularis, D. elegans, D. flanaganii, D. integerrima, D. fetcaniensis e D. stachyoides. O nome popular para este grupo de pequenas plantas ornamentais é "confete".
Elas são floríferas herbáceas, de ramagem delicada, ramificada e escandente ou ereta. Apresentam folhas opostas, simples e com margens denteadas. Floresce desde o início da primavera até meados de outono. Suas inflorescências são longas, com flores de corola expandida em cinco divisões, em formato de sino e de cores diversas, como o rosa, o laranja, o salmão e outras tonalidades.
Sua folhagem brilhante e suas flores mimosas a tornam uma planta maravilhosa para plantarmos em maciços e bordaduras, assim como em mistura com outras plantas em conjuntos campestres ou emjardim de pedra. As espécies de hábito prostrado e pendente são ideais para plantar em cestas, vasos e jardineiras suspensas, sempre bem drenados, visto que o confete não tolera encharcamento. Apesar de perene, é utilizada também como anual.
Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, leve, bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado a intervalos regulares. Deve ser fertilizada mensalmente durante o período vegetativo. Aprecia o clima ameno e suporta até -5ºC. Quando as flores murcharem, podemos podá-las com tesoura, para que renovem a folhagem e floresçam novamente. Multiplica-se por sementes, estaquia e divisão da ramagem enraizada.



Flores :

As flores são muito pequenas As cores são:
  •  tons pastéis, 
  • laranjas e 
  • vermelhos vivos e
  •  ameixas de profundidade. 
É uma espécie de flor estranha olhando de perto. Há uma pétala superior longa que faz parecer que a flor é a língua de fora. 

Período da flor:


Confete ou "Diascia"  floresce durante todo o verão, embora o melhor desempenho na primavera e outono. 

Dica do Wikiplanta: Se suas plantas começarem a ficar velhas, corte-os de volta pela metade e eles vão começar a florescer mais uma vez.

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Coração-magoado - Iresine herbstii

  • Nome Científico: Iresine herbstii
  • Sinonímia: Achyranthes verschaffeltii
  • Nome Popular: Coração-magoado, iresine, coração-de-maria
  • Família: Amaranthaceae
  • Divisão: Angiospermae
  • Origem: América do Sul
  • Ciclo de Vida: Perene
Arbusto ou folhagem excelente para produzir contrastes de cores que estimulam os sentidos no jardim. Suas folhas arredondas são roxas com nervuras vermelhas e rosadas. A ramagem também é vermelha, bastante ramificada e ereta. As flores pequenas e claras são formadas em inflorescências no verão. O coração-magoado é uma planta rústica e versátil, que pode ser apresentada em maciços, bordaduras, renques ou composições com outras plantas. Ocorre uma variedade de folhas verdes com nervuras de coloração creme.
Devem ser cultivadas a pleno sol ou meio período, em solo fértil enriquecido com matéria orgânica, com regas regulares. Para se obter um efeito bem compacto na planta, devemos realizar podas de formação e manutenção. Não é tolerante ao frio extremo. Multiplica-se por estacas.
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Corações-emaranhados - Ceropegia woodii

  • Nome Científico: Ceropegia woodii
  • Sinonímia: Ceropegia linearis subsp. linearis, Ceropegia linearis subsp. woodii, Ceropegia barbertonensis, Ceropegia euryacme, Ceropegia schoenlandii
  • Nome Popular: Corações-emaranhados
  • Família: Asclepiadaceae
  • Divisão: Angiospermae
  • Origem: África do Sul, Zimbábue, Suazilândia
  • Ciclo de Vida: Perene
É uma trepadeira pendente e muito delicada, de caule longo e arroxeado que pode alcançar de 2 a 4 metros de comprimento. Apresenta folhas suculentas, opostas, em formato de coração, de coloração verde-musgo, com um marmorizado prateado na página superior e arroxeadas na inferior. A floração é distribuída durante os meses quentes e as flores são em forma de um pequeno vaso, com corola rosada, e pétalas roxo-púrpura. Os frutos são pequenas vagens, com sementes achatadas, que caem facilmente quando maduras.
Os corações emaranhados podem ser utilizados na decoração  de ambientes internos ou em varandas. Ganham destaque especial se cultivados em grupos de cinco ou mais mudas, em vasos ou cestas suspensas, assim como jardineiras e floreiras colocadas em locais altos. Por não tolerar o sol quente do meio-dia, deve ser protegida neste horário. Se a planta estiver ao ar livre, pode atrair beija-flores. A manutenção desta suculenta se limita às regas e adubações mensais na primavera e verão.
Deve ser cultivada sob meia sombra ou luz difusa (sombra), em substrato leve, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado a intervalos regulares. Não tolera o encharcamento, mas é capaz de passar por um período seco. As regas devem ser reduzidas no inverno, pois a planta entra em dormência. Aprecia o calor. Multiplica-se por estaquia, por mergulhia dos pequenos tubérculos produzidos na base das folhas e por sementes.
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