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Onze Horas

A Onze Horas, ou Portulaca grandiflora, é uma planta florífera rasteira nativa da América do Sul que tem o curioso comportamento de abrir as suas flores próximo ao meio dia, graças a isso recebeu seu nome popular.
Essas florezinhas são suculentas anuais (precisam ser replantadas todo ano), embora não dêem tanto trabalho como outras anuais, pois podem ser plantadas por estaquia, que rapidinho florescem.
Podem ser usadas em vasos suspensos, jardineiras, pra formar maciços entre pedras, fica bem como forração de espécies maiores também, mil possibilidades. Gostam de sol pleno, no mínimo umas 5h diárias. Quando crescem bem magrinhas, se alongando muito é porque a luminosidade está abaixo do necessário.
Com cerca de vinte centímetros de estatura e folhas carnudas, essa planta se destaca principalmente por suas flores, que nascem durante todo o ano e em grande quantidade, além de apresentarem uma enorme variação de cores, o que faz da onze horas uma ótima planta para colorir o chão de seu jardim.
Como CuidarPlantas suculentas como as onze horas têm a enorme vantagem de serem adaptadas a climas extremos, podendo sobreviver muito tempo sem rega ou nutrientes, caso necessário, apenas com o que está armazenado em seu interior. No entanto a idéia de criar um jardim é ter plantas mais belas possível, logo aconselha-se tomar alguns cuidados para otimizar o crescimento desta planta:
O solo ideal é bem drenado (ela morre com excesso de água) e fértil. Pra florescer ainda mais eu uso adubo líquido na água das regas e orgânico misturado na terra, alternadamente, a cada 15 dias o líquido, a cada 40 dias o orgânico. O líquido pode ser qualquer um para floração (use a metade indicada pelo fabricante), já o orgânico, pode ser farinha de ossos ou húmus de minhoca.
Uma mistura boa para os vasos:
1 parte de terra comum de jardim
1 ½ parte de areia de construção (não pode areia de praia)
1 parte de húmus de minhoca
Antes do plantio misture ao solo um pouco de adubo orgânico, a partir do momento em que a planta chegar a uma fase do seu desenvolvimento em que ela começa a produzir flores, passe a adicionar de tempos em tempos adubo NPK rico em fósforo, para estimular um maior florescimento, além de reforçar a dose de fertilizante orgânico.
Irrigue 3 vezes por semana de forma a nunca deixar o solo completamente seco, não é porque a planta é capaz de sobreviver a períodos de estiagem que você deve fazer com que ela passe por eles. use pouca água, o suficiente para umedecer, caso contrário, as folhas irão amarelar e cair.
Lembre-se apenas de nunca encharcar a terra nem os botões das flores, o que favorece a proliferação de doenças.,
Cultive-a em lugar bem ensolarado, essa planta não sofre nenhum problema com o excesso de sol, muito pelo contrário, o sol estimula ela a abrir suas flores.
Essa não é uma planta de difícil trato, seguindo as dicas acima provavelmente você obterá ótimos resultados. Não se assuste com as flores fechando durante a noite, elas voltam a abrir quando há luz.

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Narciso – A Flor solitária

O Narciso é uma planta herbácea, bulbosa, com uma grande variedade. É uma planta muito utilizada e apreciada pelas suas flores, com formas e cores vistosas. As suas folhas nascem do bolbo, são compridas e podem ser estreitas ou largas dependendo da variedade, de cor verde médio a verde-escuro. As folhas dos Narcisos despontam no Outono e persistem até á Primavera, ou seja, até á época de floração. As flores são suspensas por um longo pedúnculo carnudo podendo ser eretas ou pendentes, em grupo ou solitárias, de cor amarela, laranja, branco e creme. São em forma de taças ou tubos, algumas campanuladas, singelas ou dobradas com cerca de 2,5 a 5 cm de comprimento.
O cultivo de narcisos não requer cuidados muito especiais, estão classificados entre as flores ornamentais mais cultivadas no mundo, quando plantados de forma natural no jardim, sem seguir desenhos muito rígidos, os narcisos dão um ar de naturalidade campestre.
Plantio – Plantar os bolbos de Narcisos no Outono. Devem ser enterrados a uma profundidade entre 6 a 15 cm, dependendo do seu tamanho e a uma distância de 8 a 15 cm entre eles. Plantar com a ponta virada para cima e até um pouco fora do substrato. Não regar em excesso pois pode provocar podridão dos bolbos.
Luz: Entre sol e sombra, em regiões de clima amemo.
Suporta temperaturas baixas, mas não extremas. O Narciso prefere climas suaves, com temperaturas entre os 16 e 20 ºC.
Prefere solos úmidos exceto no Verão em que tolera a falta de água, férteis e bem drenados.
A rega deve ser regular durante a fase de crescimento e da floração, sem excessos. Suprimir a rega durante os meses mais quentes até que a planta seque por completo, para depois se retirar os bolbos para armazenar.
Deve-se aplicar adubo líquido no início da floração. Após as flores de Narcisos murcharem deve-se adubar com adubo rico em potássio para alimentar a folhagem e obter uma boa floração no ano seguinte.
Sua floração se dá na Primavera nos climas frios ou no Inverno e início da Primavera nos climas quentes.
Podar as inflorescências secas antes de formarem as cápsulas de semente.
Multiplica-se pela divisão dos bolbos e também naturalmente por semente.
Para a armazenagem dos bolbos de Narciso, deve-se guardá-los em turfa seca a 5 – 10 ºC. até à plantação.
Ideais para serem plantadas em canteiros, maciços, bordaduras, vasos e floreiras, jardins selvagens e rochosos e para corte.
Dicas: Tutorar algumas hastes mais longas. Os bolbos de Narcisos podem ser deixados no solo de um ano para o outro deixando também que se multipliquem naturalmente.
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Hemerocállis.

O Hemerocalis é também conhecido como lírio-de-são-josé, lírio-de-um-dia e lírio-amarelo. O gênero hemerocallis pertence à família Hemerocallidaceae e é um dos mais importantes entre os gêneros de herbáceas perenes ornamentais, nativo da Ásia, Japão, Sibéria, China e Eurásia.
Seu nome origina-se do grego hemero=dia e kallos=beleza, referindo-se a uma de suas importantes características: cada flor dura apenas um dia. Esta característica traz a vantagem de evitar que a florada seja prejudicada por ventos ou tempestades, pois na manhã seguinte novos botões se abrem.
A espécie é fácil de cultivar, perene, e exige pouco cuidado. A adaptação é rápida a uma grande variedade de condições. A planta, muito apreciada em todo o Brasil é conhecido também por ser a flor predileta nos Estados Unidos, onde é bastante cultivada em jardins.
A espécie e rústica e se desenvolve praticamente sozinha no jardim
Dois motivos fazem do hemerocális (hemerocallis flava) uma das espécies preferidas para o paisagismo, principalmente o de grandes áreas. O primeiro é a beleza de suas flores, que brotam no alto de hastes firmes e longas e se destacam no jardim. O segundo é sua rusticidade.
Cultivado em clima tropical ou subtropical, o hemerocális enraíza rapidamente e, a partir daí, dispensa cuidados para se desenvolver plenamente. Além disso, um intenso trabalho de melhoramento genético realizado desde a década de 60 gerou híbridos com flores das mais variadas cores, formas e tamanhos.
A maior delas chega a ter 16,5 cm de diâmetro. Com isso, existem centenas de opções de hemerocális para o cultivo em vasos, canteiros, conjuntos isolados ou bordando caminhos no jardim. O hemerocális se multiplica facilmente através de touceiras e pode ser plantado o ano todo. Mas o ideal é começar cultivá-lo no início do Outono. Assim, já na Primavera ele começará a florir pela primeira vez.
Para cultivar a espécie, o solo deve ser preparado no mesmo dia do plantio com 100g de esterco bem curtido de galinha e 150 g de casca de arroz, por m. Se o terreno for argiloso, vale a pena acrescentar à mistura 250 g de areia de construção (duas partes de areia por cinco de terra). Para mudas de hemerocális pequenas (com porte de 20 cm de altura), faça covas de 10 a 15 cm de profundidade. Já para híbridos maiores, as covas devem ter cerca de 40 cm. Depois forre o solo com casca de pinus, palha ou serragem para manter o solo úmido e evitar o aparecimento de ervas daninhas.
Na primeira semana após o plantio, molhe as mudas diariamente para ajudá-las a se enraizar. Após esse período, as regas podem ser semanais até a chegada da primavera, quando as flores começam a brotar.
Daí, até o Verão aumente o regime de regas para, pelo menos, duas vezes por semana. Isso ajuda a prolongar a florada. No começo do Outono, quando as flores pararem de brotar, pode as folhas que estejam barrando a chegada da luz do sol à coroa da flor.
Aproveite e faça uma adubação com composto orgânico, humus e esterco bem curtido de gado. Com esses cuidados, a beleza do hemerocális será destaque durante anos no jardim.
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Cravina - Dianthus chinensis

Nome científico: Dianthus chinensis
Altura: 30 – 40 cm
A cravina é uma planta perene nativa da Ásia.

Cores:

Suas flores em tons de branco, rosa, violeta e vermelho são sempre uma surpresa, pois qualquer combinação entre essas cores pode aparecer.
Fácil de cultivar, cresce bem tanto em jardins quanto em vasos.

Floração

A floração acontece o ano inteiro, mas o maior espetáculo se dá no começo da primavera, quando as plantas formam um tapete de cor e as folhas mal são visíveis debaixo de tantas flores. Essa é uma das únicas espécies de Dianthus que se dá bem em regiões quentes sem problemas. Também tolera muito bem o frio e geadas fortes.


Como cuidar:

A cravina cresce bem em sol pleno em locais mais frios, e prefere locais com sombra à tarde em locais mais quentes. A planta aprecia o frio do sul do país, sendo lá a região mais adequada ao seu cultivo.
Deixe o solo secar levemente antes de regar novamente, mantendo o solo úmido.
Na realidade, a planta pode durar mais de 1 ano, mas devemos tratá-la como anual, renovando os canteiros todos os anos para que ela fique sempre bonita.

Como reproduzir: 

Multiplica-se por sementes, que devem ser postas para germinar no período do outono-inverno, para florescerem nos meses de inverno e primavera. A germinação deve ocorrer em torno de 7 dias. Transplante ao local definitivo de 18 a 25 dias após a germinação.

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Cosmos - Cosmos bipinnatus


Nome Científico: Cosmos bipinnatus.
Nome Comum: Cosmos.
Nomes Populares: Cosmos.
Família: Asteraceae.
Origem: México.

Descrição:
 Planta herbácea, anual, que pode atingir alturas de 0,45 a 1,2 m. A sua folhagem é muito fina, de corte pinulado, plumosa, caduca e de cor verde. As flores de Cosmos são singelas, circulares, com cerca de 10-15 cm de diâmetro, balanceadas em longas e finas hastes, com variadas cores desde o branco, amarelo, rosa, vermelho , laranja, carmesin. As flores de Cosmos são brilhantes e atrativas para abelhas e borboletas. São plantas muito fáceis de cultivar.
Semeando
 No local definitivo na Primavera ou depois das ultimas geadas. Em estufa ou estufim no final do Inverno ou início da Primavera. Repicar as plantas deixando espaçamento de cerca de 20-30 cm.
Transplantação: Quando opurtuno.
Crescimento: Rápido.
Floração: Verão/Outono.
Luz: Sol.
Solos: 
Planta que se adapta bem a qualquer tipo de solo, até solos pobres, preferindo solos moderadamente férteis, muito permeáveis, úmidos e neutros.
Temperatura: Clima ameno. Os Cosmos são sensíveis ás geadas.
Rega: Regular, não regar em excesso.
Adubação: Apenas se for necessário. Não adubar em excesso pois pode suprimir a floração. Ex.: 5-10-5.
Poda: Cortar as flores velhas de Cosmos para prolongar a floração.
Pragas e doenças: Alguns afídeos. Planta resistente a pragas e doenças.
Multiplicação: Semente.
Utilização: Maciços, canteiros, bordaduras, vãos e para corte.
Dica do Wikiplanta:  Não regar em excesso. Cortar as flores velhas de Cosmos para prolongar a floração.
Video:


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Confete - Diascia sp


Nome Científico: Diascia sp
Nome Popular:
 Confete
Família:
 Scrophulariaceae
Origem: África do Sul
Ciclo de Vida:
 Perene

O gênero Diascia contém cerca de 70 espécies, e muitas delas são ornamentais. Entre essas espécies, as principais são a D. vigilis, D. rigescens, D. anastrepta, D. barberae, D. capularis, D. elegans, D. flanaganii, D. integerrima, D. fetcaniensis e D. stachyoides. O nome popular para este grupo de pequenas plantas ornamentais é "confete".
Elas são floríferas herbáceas, de ramagem delicada, ramificada e escandente ou ereta. Apresentam folhas opostas, simples e com margens denteadas. Floresce desde o início da primavera até meados de outono. Suas inflorescências são longas, com flores de corola expandida em cinco divisões, em formato de sino e de cores diversas, como o rosa, o laranja, o salmão e outras tonalidades.
Sua folhagem brilhante e suas flores mimosas a tornam uma planta maravilhosa para plantarmos em maciços e bordaduras, assim como em mistura com outras plantas em conjuntos campestres ou emjardim de pedra. As espécies de hábito prostrado e pendente são ideais para plantar em cestas, vasos e jardineiras suspensas, sempre bem drenados, visto que o confete não tolera encharcamento. Apesar de perene, é utilizada também como anual.
Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, leve, bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado a intervalos regulares. Deve ser fertilizada mensalmente durante o período vegetativo. Aprecia o clima ameno e suporta até -5ºC. Quando as flores murcharem, podemos podá-las com tesoura, para que renovem a folhagem e floresçam novamente. Multiplica-se por sementes, estaquia e divisão da ramagem enraizada.



Flores :

As flores são muito pequenas As cores são:
  •  tons pastéis, 
  • laranjas e 
  • vermelhos vivos e
  •  ameixas de profundidade. 
É uma espécie de flor estranha olhando de perto. Há uma pétala superior longa que faz parecer que a flor é a língua de fora. 

Período da flor:


Confete ou "Diascia"  floresce durante todo o verão, embora o melhor desempenho na primavera e outono. 

Dica do Wikiplanta: Se suas plantas começarem a ficar velhas, corte-os de volta pela metade e eles vão começar a florescer mais uma vez.

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Coração-magoado - Iresine herbstii

  • Nome Científico: Iresine herbstii
  • Sinonímia: Achyranthes verschaffeltii
  • Nome Popular: Coração-magoado, iresine, coração-de-maria
  • Família: Amaranthaceae
  • Divisão: Angiospermae
  • Origem: América do Sul
  • Ciclo de Vida: Perene
Arbusto ou folhagem excelente para produzir contrastes de cores que estimulam os sentidos no jardim. Suas folhas arredondas são roxas com nervuras vermelhas e rosadas. A ramagem também é vermelha, bastante ramificada e ereta. As flores pequenas e claras são formadas em inflorescências no verão. O coração-magoado é uma planta rústica e versátil, que pode ser apresentada em maciços, bordaduras, renques ou composições com outras plantas. Ocorre uma variedade de folhas verdes com nervuras de coloração creme.
Devem ser cultivadas a pleno sol ou meio período, em solo fértil enriquecido com matéria orgânica, com regas regulares. Para se obter um efeito bem compacto na planta, devemos realizar podas de formação e manutenção. Não é tolerante ao frio extremo. Multiplica-se por estacas.
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Corações-emaranhados - Ceropegia woodii

  • Nome Científico: Ceropegia woodii
  • Sinonímia: Ceropegia linearis subsp. linearis, Ceropegia linearis subsp. woodii, Ceropegia barbertonensis, Ceropegia euryacme, Ceropegia schoenlandii
  • Nome Popular: Corações-emaranhados
  • Família: Asclepiadaceae
  • Divisão: Angiospermae
  • Origem: África do Sul, Zimbábue, Suazilândia
  • Ciclo de Vida: Perene
É uma trepadeira pendente e muito delicada, de caule longo e arroxeado que pode alcançar de 2 a 4 metros de comprimento. Apresenta folhas suculentas, opostas, em formato de coração, de coloração verde-musgo, com um marmorizado prateado na página superior e arroxeadas na inferior. A floração é distribuída durante os meses quentes e as flores são em forma de um pequeno vaso, com corola rosada, e pétalas roxo-púrpura. Os frutos são pequenas vagens, com sementes achatadas, que caem facilmente quando maduras.
Os corações emaranhados podem ser utilizados na decoração  de ambientes internos ou em varandas. Ganham destaque especial se cultivados em grupos de cinco ou mais mudas, em vasos ou cestas suspensas, assim como jardineiras e floreiras colocadas em locais altos. Por não tolerar o sol quente do meio-dia, deve ser protegida neste horário. Se a planta estiver ao ar livre, pode atrair beija-flores. A manutenção desta suculenta se limita às regas e adubações mensais na primavera e verão.
Deve ser cultivada sob meia sombra ou luz difusa (sombra), em substrato leve, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado a intervalos regulares. Não tolera o encharcamento, mas é capaz de passar por um período seco. As regas devem ser reduzidas no inverno, pois a planta entra em dormência. Aprecia o calor. Multiplica-se por estaquia, por mergulhia dos pequenos tubérculos produzidos na base das folhas e por sementes.
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Costela-de-adão - Monstera deliciosa

  • Nome Científico: Monstera deliciosa
  • Sinonímia: Monstera lennea, Philodendron pertusum
  • Nome Popular: Costela-de-adão, monstera, banana-do-mato, abacaxi-do-reino, ceriman
  • Família: Araceae
  • Divisão: Angiospermae
  • Origem: México
  • Ciclo de Vida: Perene
Suas folhas são espetaculares! Gigantes, elas possuem um desenho único. As bordas são perfeitamente recortadas e possuem furos no meio, como se quisessem arejar-se. Além disso, apresentam uma coloração verde escura e são muito brilhantes.
Deve ser cultivada em substrato rico em matéria orgânica, com regas regulares, à meia-sombra. Plantada isolada ou em pequenos grupos, pode ser tutorada para escalar sobre outras plantas e paredes. Produz frutos comestíveis. Multiplica-se por estaquia oriundas do caule.
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Crista-de-peru - Acalypha wilkesiana

  • Nome Científico: Acalypha wilkesiana
  • Sinonímia: Acalypha amentacea
  • Nome Popular: Crista-de-peru, Acalifa, Rabo-de-macaco
  • Família: Euphorbiaceae
  • Divisão: Angiospermae
  • Origem: Ihas do Pacífico
  • Ciclo de Vida: Perene
Arbusto de folhagem muito ornamental, a crista-de-peru é batante rústica e muito utilizada em jardins públicos e residenciais que exigem pouca manutenção. Seu aspecto é bem denso e tropical, as folhas são brilhantes, macias e com bordas serrilhadas. Há diversas variedades disponíveis, com diferentes cores e formas, que podem ser marrons, vermelhas, verdes, manchadas ou com bordas descoloridas, lisas ou retorcidas. As inflorescências são discretas e alongadas e têm pouca importância ornamental.
Devem ser cultivadas a pleno sol, em solo fértil enriquecido com matéria orgânica, com regas regulares. Como seu porte é grande (1,5 a 3,0 m), presta-se muito bem como renque, isolada ou em grupos e conjuntos, criando contrastes bonitos com outras plantas. Não tolera o geadas. Mutiplica-se por estaquia.
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Cróton - Codiaeum variegatum

  • Nome Científico: Codiaeum variegatum
  • Sinonímia: Croton pictus, Codiaeum variegatum pictum, Croton variegatum, Codiaeum medium, Codiaeum pictum, Croton variegatus, Phyllaurea codiaeum
  • Nome Popular: Cróton, louro-variegado, folha-imperial
  • Família: Euphorbiaceae
  • Divisão: Angiospermae
  • Origem: Ásia
  • Ciclo de Vida: Perene
O cróton é uma planta arbustiva de folhagem muito exuberante. Ele apresenta caule de textura semi-lenhosa a lenhosa e seiva leitosa tóxica. Suas folhas são coriáceas e brilhantes e podem ser afiladas, lobadas, ovaladas ou retorcidas, de tamanhos variados. No entanto o que mais chama a atenção nesta planta é o colorido de suas folhas, que se mostram mescladas de vermelho, roxo, rosa, branco, amarelo, verde ou laranja, nas mais variadas combinações.
As manchas coloridas podem ser simplesmente pintalgadas, ou cobrirem as bordas, o centro e as nervuras das folhas. O porte do cróton pode alcançar 2-3 metros de altura. As flores têm pouca importância ornamental. As variedades são muitas, e as mais conhecidas são a 'Spirale', a 'Andreanum', a 'Majesticum', a 'Aureo-maculatum', a 'Sanderi', a 'Angustissimum', a 'Aucubifolium', a 'Interruptum' e a 'Weismannii'. A escolha da variedade vai depender do gosto do cliente e das qualidades paisagísticas de cada uma.
Os crótons se prestam para utilização como planta isolada, ganhando grande destaque, ou na forma de cercas-vivas, que devem ter um aspecto natural, sem podas geométricas. Em composições com outras plantas também é excelente devido ao belo contraste que sua folhagem proporciona. Pode ser cultivada em interiores, desde que receba muita luz e umidade, não se adaptando ao ar-condicionado.
Devem ser cultivados sob sol pleno ou sombra-parcial em solo fértil, leve e enriquecido com matéria orgânica, com regas regulares. Tipicamente tropical, o cróton não é tolerante ao frio e às geadas. Multiplica-se por estaquia e alporquia. Utilize sempre luvas para manipular esta planta, pois sua seiva pode provocar irritações na pele.
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Curculigo - Curculigo capitulata

  • Nome Científico: Curculigo capitulata
  • Sinonímia: Curculigo recurvata, Leucojum capitulatum, Molineria capitulata, Veratrum mairei
  • Nome Popular: Curculigo, capim-palmeira
  • Família: Amaryllidaceae
  • Divisão: Angiospermae
  • Origem: Ásia
  • Ciclo de Vida: Perene
O curculigo é uma folhagem rizomatosa tipicamente tropical. Ela apresenta touceiras bonitas, com suas folhas verdes, grandes, largas e plissadas, que lembram um pouco as folhas das palmeiras. As inflorescências são pequenos buquês de flores amarelas e ficam escondidas sob a folhagem, tornando-se assim de pouca importância ornamental.
Dada a sua rusticidade, o curculigo é indicado para jardins de baixa manutenção, onde pode ser cultivado como forração, ou como bordadura, ao longo de canteiros, caminhos e muros. A poda drástica bianual estimula a renovação da folhagem. Pode ser plantada em vasos e jardineiras também.
Devem ser cultivados à meia-sombra ou sombra, em solo fértil, leve e enriquecido com matéria orgânica, com regas regulares. Aprecia a umidade. Pode se tornar daninha, devido ao crescimento do seu rizoma para além das áreas delimitadas. Multiplica-se por divisão da touceira.
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Dicondra - Dichondra repens

  • Nome Científico: Dichondra repens
  • Sinonímia: Dichondra microcalyx, Dichondra micrantha
  • Nome Popular: Dicondra, orelha-de-rato
  • Família: Convolvulaceae
  • Divisão: Angiospermae
  • Origem: Brasil
  • Ciclo de Vida: Perene
A dicondra é uma erva prostrada, rizomatosa e de textura herbácea, semelhante aos trevos. Sua ramagem é arroxeada e bastante ramificada. As folhas são reniformes (em forma de rim), arredondadas, como orelhas de rato, o que lhe valeu o nome popular. As cores variam entre o verde-escuro, prateado e até mesmo o verde-limão, geralmente com página inferior prateada. Apresenta pequenas flores solitárias, sem relevância ornamental. Algumas variedades de dicondra apresentam flores ornamentais.
A dicondra é uma excelente forração, substituindo o gramado com maestria, principalmente em locais semi-sombreados. No entanto não é tão resistente ao pisoteio, ficando com um aspecto um pouco amassado, demorando um pouco para se regenerar. Apresenta uma textura delicada e densa, formado um tapete alto e macio, cobrindo bem o solo. Utilize-a em áreas de baixo tráfego, entre pisantes e entre vãos de pedras e escadarias. Também pode ser plantada em vasos, como folhagem pendente.
Deve cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, destorroado, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado periodicamente. Quando bem estabelecida, é mais resistente à seca que os gramados, principalmente à meia-sombra. Não tolera o frio, geadas ou estiagem prolongada. De baixa manutenção, exige duas fertilizações por ano e cortes mensais. Multiplica-se por sementes ou por divisão da ramagem enraizada. Em alguns casos pode tornar-se invasiva.
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Dinheiro-em-penca - Callisia repens

  • Nome Científico: Callisia repens
  • Sinonímia: Tradescantia minima, Hapalanthus repens, Spironema robbinsii
  • Nome Popular: Dinheiro-em-penca, dinheirinho, tostão, mosquitinho
  • Família: Commelinaceae
  • Divisão: Angiospermae
  • Origem: América Tropical
  • Ciclo de Vida: Perene
O dinheiro-em-penca é uma planta herbácea e rasteira, de pequeno porte, alcançando apenas 5 a 10 cm de altura. Ela apresenta folhagem densa e muito ornamental, formada por caule ramificado, filamentoso e comprido, de coloração arroxeada e numerosas folhas cerosas, delicadas, pequenas e verde-arroxeadas, com a página inferior roxa. As flores do dinheiro-em-penca são brancas e pequenas e de pouca importância ornamental.
O dinheiro-em-penca presta-se principalmente como forração. Sua textura fina e delicada é muito valorizada no paisagismo. Adapta-se em diversos estilos  de jardins, e é especialmente indicado seu plantio entre as rochas, em locais úmidos. Também é apropriada para cestas suspensas e jardineiras, de forma que seus ramos pendentes podem ser melhor apreciados. Sua popularização é crescente e diz-se que traz sorte e dinheiro para a pessoa que ganhar um vaso com a muda da planta, de presente.
Deve ser cultivada sob meia-sombra, em solo fértil, leve, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Não tolera o frio, ventos fortes ou pisoteio. O cultivo sob sol pleno torna a planta excessivamente avermelhada e queima as folhas. Já sob sombra, ela perde o aspecto denso, crescendo com entrenós mais compridos. Aprecia adubações mensais na primavera e verão. Multiplica-se facilmente por divisão da ramagem enraizada ou estaquia.
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Dracena-vermelha - Cordyline terminalis

  • Nome Científico: Cordyline terminalis
  • Sinonímia: Asparagus terminalis, Convallaria fruticosa, Dracaena terminalis, Terminalis fruticosa
  • Nome Popular: Dracena-vermelha, cordiline, coqueiro-de-vênus
  • Família: Laxmanniaceae
  • Divisão: Angiospermae
  • Origem: Índia, Malásia e Polinésia
  • Ciclo de Vida: Perene
As dracenas conquistaram os jardins tropicais e hoje podemos encontrar muitas variedades, além da vermelha original. Todas apresentam no entanto folhas grandes, largas e com textura de couro e inflorescência terminal de baixa importância ornamental. Podemos encontrar dracenas vermelhas, arroxeadas, róseas, esbranquiçadas, verdes, variegadas, manchadas e listradas em diversas combinações.
Podem ser cultivadas isoladas em vasos e formando maciços, conjuntos e bordaduras no jardim, principalmente junto a muros. Devem ser cultivadas a pleno sol ou meia-sombra, em solo fértil e rico em matéria orgânica. A dracena-vermelha tolera muito bem o frio e multiplica-se por estacas e mais raramente por sementes.
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Espada-de-são-jorge - Sansevieria trifasciata

  • Nome Científico: Sansevieria trifasciata
  • Sinonímia: Sansevieria laurentii, Sansevieria trifasciata var laurentii
  • Nome Popular: Espada-de-são-jorge, rabo-de-lagarto, língua-de-sogra, sansevéria
  • Família: Liliaceae
  • Divisão: Angiospermae
  • Origem: África
  • Ciclo de Vida: Perene
Herbácea de resistência extrema, excelente para jardins de baixa manutenção. No entanto seu crescimento é um pouco lento. Suas folhas são muito ornamentais e podem se apresentar de coloração verde acinzentada e variegadas, com margens de coloração branco-amareladas, todas com estriações de um tonalidade mais escura. As flores brancas não tem importância ornamental. É uma planta de utilização bastante tradicional e a cultura popular recomenda como excelente protetor espiritual.
Devem ser cultivadas à pleno sol ou meia-sombra, em vasos ou em maciços e bordaduras. Resiste tanto à estiagem, como ao frio e ao calor, além de ser pouco exigentte quanto à fertilidade. Multiplica-se por divisão de touceiras, formando mudas completas com folhas, rizoma e raízes.
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Fita-de-moça - Homalocladium platycladum

  • Nome Científico: Homalocladium platycladum
  • Sinonímia: Polygonum platycladum, Muehlenbeckia platyclada
  • Nome Popular: Fita-de-moça, solitária
  • Família: Polygonaceae
  • Divisão: Angiospermae
  • Origem: Ilhas Salomão, Papua Nova Guiné
  • Ciclo de Vida: Perene
De aspecto curioso e exótico, o arbusto conhecido como fita-de-moça encanta pela estranheza de seus ramos. Achatados, estriados, brilhantes e planos, eles desempenham o papel das folhas, realizando a fotossíntese e a respiração. Os ramos ainda são articulados, e conhecidos pelo nome de cladódios. As folhas são quase sempre ausentes ou reduzidas e discretas. As florzinhas que despontam nas laterais dos ramos são verde-claras, pequenas e dão origem a pequenos frutinhos avermelhados, e modificam levemente a textura do arbusto.
A fita-de-moça é arbusto de constituição semi-herbácea, apresenta os ramos inicialmente eretos e depois reclinados e pendentes. Ele pode ser plantado isolado, em grupos, ou conduzido com trepadeira, destacando sempre seu jeitão diferente. Geralmente encaixa-se bem em jardins de pedras ou contemporâneos. Adapta-se também a vasos e floreiras, como folhagem ornamental.
Deve ser cultivada sob sol pleno, meia-sombra ou sombra, em solo fértil e adubado com matéria orgânica, irrigado a intervalos periódicos. Aprecia o calor e a umidade tropical, devendo ser cultivada em estufas nos países de clima temperado. Multiplica-se por estaquia dos cladódios ou sementes recém colhidas.
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Flor-batom - Aeschynanthus radicans

  • Nome Científico: Aeschynanthus radicans
  • Sinonímia: Aeschynanthus lobbianus, Aeschynanthus parviflorus, Aeschynanthus javanicus, Aeschynanthus lobianus
  • Nome Popular: Flor-batom, Planta-batom
  • Família: Gesneriaceae
  • Divisão: Angiospermae
  • Origem: Sudeste da Ásia
  • Ciclo de Vida: Perene
A flor-batom é uma planta de textura herbácea, rizomatosa, epífita, delicada, tropical e excelente para a utilização em cestas suspensas. Suas folhas são verdes, ovadas, opostas, cerosas e um tanto suculentas. Elas são dispostas em ramos longos, bronzeados e finos. As inflorescências surgem no verão, são terminais, com flores de corola tubular, bilabiada e de cor vermelho vivo, e cálice cilíndrico, com tonalidades que variam do verde ao marrom-arroxeado. Diz-se que por estas características, a flor se assemelha a um batom, o que lhe rendeu o nome popular. As flores apresentam aroma pungente e são atrativas para os beija-flores.
Além das flores curiosas e belas, a flor-batom tem uma folhagem de textura média e tonalidade levemente bronzeada. Por ser pendente, é indicada para o cultivo em cestas suspensas, jardineiras e outros locais onde possa derramar sua folhagem e flores, geralmente em interiores bem iluminados ou em varandas e pátios. Um exemplo bastante moderno e interessante é o plantio em placas de côco, formando jardins verticais em paredes, em monocultivos ou em composição com outras epífitas como ripsális, bromélias e orquídeas.
Deve ser cultivada sob meia-sombra ou protegida do sol direto, mas sob boa iluminação, em solo fértil, bem drenável, rico em húmus e irrigado a intervalos regulares. Não tolera correntes de ar, encharcamentos ou geadas. Também não aprecia "trocas de lugar". No inverno as regas devem ser suspensas, pois podem provocar apodrecimento das raízes. O beliscamento da ponta dos ramos estimula o adensamento da folhagem da planta. Manhosa, prefere ser for irrigada com água morna. Multiplica-se facilmente por divisão da ramagem e estaquia dos ramos na primavera.
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Fórmio - Phormium tenax

  • Nome Científico: Phormium tenax
  • Nome Popular: Fórmio, linho-da-nova-zelândia, fibra-da-nova-zelândia, cânhamo-da-nova-zelândia
  • Família: Hemerocallidaceae
  • Divisão: Angiospermae
  • Origem: Nova Zelândia
  • Ciclo de Vida: Perene
O fórmio é uma planta vigorosa, com rizomas bem desenvolvidos e folhagem ornamental. Suas folhas em forma de lâmina, são muito longas, eretas e podem alcançar 3 m de altura. Há muitas variedades de fórmio, com folhas verdes ou avermelhadas e com margens e listras longitudinais de cores diferentes, como amarelo, o branco, o laranja, o róseo e o roxo. As inflorescências surgem na primavera, são altas, com numerosas flores vermelhas e dependendo da variedade tem maior ou menor importância ornamental. As flores atraem beija-flores.
  Sua folhagem vistosa, a torna apropriada para o cultivo isolado em vasos, como bordadura ou em grupos irregulares, e até mesmo em renques junto a muros ou lagos. É versátil e muito rústica, adequando-se perfeitamente a jardins de estilo tropical, contemporâneo ou de pedras. Seu efeito é um tanto expressivo e deve ser usada com moderação e bom senso, para não tornar o jardim cansativo. Na Nova Zelândia, as fibras extraídas das folhas de fórmio, são utilizadas em cestarias e outros artesanatos pelos Maori, que também o utilizam como planta medicinal.
Deve ser cultivado a pleno sol ou meia sombra, em solo fértil, enriquecido com matéria orgânica e com regas regulares. Pode ser plantado em terrenos úmidos, como planta palustre, próximo a lagos e espelhos d'água, assim como no litoral. Tolerante a uma ampla faixa climática, desde o clima temperado até o tropical. Multiplica-se por divisão das touceiras e por sementes.
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Gengibre-magnífico - Zingiber spectabile

  • Nome Científico: Zingiber spectabile
  • Nome Popular: Gengibre-magnífico, sorvetão
  • Família: Zingiberaceae
  • Divisão: Angiospermae
  • Origem: Malásia
  • Ciclo de Vida: Perene
O gengibre-magnífico ou sorvetão é uma planta herbácea tipicamente tropical que pode ser encontrada crescendo naturalmente nas florestas ao sul da Tailândia. Suas hastes surgem ao longo do forte rizoma, são eretas, semelhantes a cana, e podem alcançar cerca de 1,5 a 2 metros de altura. Suas folhas são verdes, longas e aveludadas na página inferior. As inflorescências surgem na base da planta, oriundas diretamente do rizoma. Elas são sustentadas por hastes fortes, eretas, com cerca de 40 cm. As flores brancas ou amareladas são de valor ornamental secundário, pois são pequenas e abrem-se gradualmente entre as brácteas.
As brácteas são dispostas formando alvéolos, essa textura peculiar rendeu-lhe o nome de Beehive Ginger  (gengibre-colméia) em inglês. O conjunto da inflorescência tem um aspecto cilíndrico a fusiforme, semelhante a um abacaxi. Quando jovens, as brácteas tomam uma coloração esverdeada a amarelo-pálida e, com o tempo vão tornando-se vermelhas. As inflorescências do gengibre-magnífico são muito duráveis e utilizadas como flor-de-corte em belos arranjos tropicais.
No paisagismo, o gengibre-magnífico encaixa-se perfeitamente em renques junto a muros ou em maciços sob a copa das árvores. Sua folhagem tropical é muito bonita, mas sensível a queimaduras, portanto deve-se evitar a luz direta do sol. Em condições ideais seu crescimento é rápido. Também pode ser plantada em vasos e jardineiras, tendo desta forma seu crescimento controlado. As inflorescências surgem no verão e tem o perfume típico de gengibre.
Deve ser cultivada sob meia-sombra, em solo fértil, enriquecido com matéria orgânica e mantido úmido. Aprecia o calor e a umidade tropicais sendo perene em climas quentes assim. No entanto pode ser cultivada em climas subtropicais, mediterrâneos ou temperados, mas entra em dormência no inverno e deve ser protegida do frio rigoroso em estufas. Multiplica-se por estaquia do caule, sementes e mais facilmente por divisão das touceiras.
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